sábado, 30 de agosto de 2014

Adoro! Adoro! #10

Um dia destes vi estes dois miúdos no Britain's Got Talent. Um deles sofreu de bullying e escreveu a parte rap da música. Uma mensagem e uma lição tão poderosa que duas crianças transmitiram. 


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Isto das modas tem muito que se lhe diga...

Alguém me explica em que consiste esta moda dos "meets"? Mas é que está tudo parvo neste país?

Se estas crianças não têm nada para fazer era aproveitar,  juntá-los todos e colocá-los a limpar estradas.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Um sonho?

Publicar um livro. Estou a escrever uma espécie de romance e espero que um dia consiga viver este sonho.

E vocês? Qual é o vosso sonho?

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Leituras.

Os livros são das minhas coisas preferidas nesta vida. Adoro o cheiro e a sensação de tocar no papel. Tenho sempre um livro comigo. 

Esta semana estou a ler um livro que a minha chefe me emprestou. Não é o tipo de leitura que mais me entusiasma, mas ela esteve numa formação de Programação Neurolinguística e aconselhou-me. 

O livro é "Eu tenho o poder!" de Adelino Cunha. Gostei particularmente deste exercício:

"Gostaria de te pedir para te sentares, com uma postura de uma pessoa derrotada, fracassada, infeliz, desanimada. Se estiveres de pé, tenta andar da forma que andam as pessoas deprimidas, tristes, desanimadas.
Apenas por alguns segundos, participa e faz o que te peço.
Muito bem. Como te sentes? Sentes-te dessa forma: uma pessoa desanimada, triste, mas ao mesmo tempo curioso para saber para onde estou a levar-te.
Agora, senta-te ou caminha, como se já sejas feliz, como uma pessoa maravilhada com a vida, realizada, preenchida, segura, uma  pessoa de sucesso, um triunfador, certo que és capaz de conquistar tudo o queres e tudo aquilo a que te propões. Já estás assim? Óptimo. Sentes-te dessa forma, correcto?
Agora a pergunta de um milhão de euros: quanto tempo demoraste a mudar? Quantos minutos foram necessários para passares de um estado de tristeza e falta de recursos e resultados, para um estado de certeza, felicidade e recursos? Minutos?"
Fonte: Eu tenho o poder, Adelino Cunha pp 11, 12. 

Não considero que seja assim tão fácil mudar, mas num simples exercício consegui perceber a diferença que uma postura corporal pode fazer. Entendi que eu tenho por hábito andar como uma pessoa triste. Daqui em diante vou tentar adoptar uma postura mais confiante. Vamos ver se realmente funciona.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Desabafo.

A minha manhã começou de forma muito má. 
Como já aqui falei na publicação que escrevi acerca da traição, a minha relação com o meu namorado não é um mar de rosas. Nos últimos meses, tem-se degradado imenso. Mas existe amor de ambas as partes e é isso que ainda nos faz estar juntos.

Mas hoje de manhã, mesmo antes de eu entrar no trabalho, começamos a discutir. Por alguma razão, não me apetece estar com ele todos os dias, apetece-me estar sozinha. Nem é por culpa dele nem de ninguém. Apenas quero estar no meu canto. 
Ele desatou a brigar comigo, aos berros. E eu sou sensível a gritos. Dá-me vontade de chorar. Ora, ele começa a dizer que eu pareço uma criança, que só estou com ele uma vez por semana, que tenho 28 anos e ainda vivo com os meus pais...

Fiquei triste. Ainda vivo com os meus pais porque não tenho possibilidades económicas para sair de casa. Eu trabalho numa empresa de trabalho temporário, o ordenado é pouco. E não quero depender de homem nenhum. Não quero correr esse risco. Não vou viver com ele nesta instabilidade e, à mínima discussão, ele me atirar à cara que me sustenta. 

Resultado, disse-lhe que não lhe queria ver mais e que a nossa relação tinha acabado. O que me deixou triste, pois sei que vou sentir a falta dele, mas também, senti algo que não sentia há muito tempo, que foi ganhar o controlo de mim própria.

Estou a odiar este momento da relação. Esta incerteza. Por um lado não quero descartar assim uma relação de quase 6 anos, mas por outro, não quero estar presa desta forma.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Aquele momento #7

Em que a minha mãe me liga para o telemóvel para perguntar qual é o meu número (de telemóvel).

domingo, 17 de agosto de 2014

Fui à praia.

Desde que comecei a ter Psoríase que deixei de gostar de ir à praia. Tinha vergonha da minha pele e medo dos olhares dos outros. 

Este ano, depois de muita hesitação e de muita conversa para me convencerem, lá fui à praia. E não é que me sinto melhor? Ninguém olhou para mim com nojo ou choque nem me perguntaram nada. Noto que a minha pele está muito melhor com apenas 3 idas. Apercebi-me das saudades que tinha de nadar e daquela paz que sentimos quando estamos relaxados. 

É necessário mais cuidados, como colocar sempre protector solar e não expor a pele ao sol durante períodos muito longos. Uma queimadura, numa pele psoriática, é uma chatice.

Imagem retirada daqui

Agora só faltava perder 5kg para ficar tudo melhor ainda hehehe.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Alergias.

Hoje fui fazer um teste cutâneo de alergias. Aquilo é uma verdadeira tortura! Já tinha feito em criança, mas não me recordava da vontade que dá de coçar até arrancar a pele. São 20 minutos ali sem poder mexer ou tocar nos braços. 
Para minha sorte, estava lá uma senhora com os seus 60 anos também a fazer o teste. Enquanto aguardávamos, ela decidiu começar a falar comigo - "Olhe menina, a minha vizinha veio aos médicos todos desta clínica e depois morreu. Eles não conseguem descobrir nada". Uma pessoa até fica sem palavras.

E descobri que para além dos ácaros (que já sabia que era alérgica) sou também alérgica a relva.


Imagem retirada daqui




Mas acho que ainda sou mais alérgica a senhoras como esta que falou comigo!

Adoro! Adoro! #9

Sushi! Adoro os sabores e a maneira como a comida é apresentada. Acho que podia comer todos os dias que não me fartava.


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Cabeça de vento.

Fiquei trancada a porta de casa. O que me vale é a internet no telemóvel e um cão muito amigo. 


Grrrr

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Fiquei traumatizada.

Um dia destes estava a passear o meu cão quando ele, não sei como, soltou-se da trela e desatou a correr estrada fora. É um cão novinho, que não está habituado a muitos carros e movimento. Quanto mais eu corria atrás dele, mas ele corria por lá acima. Logo eu, ligeiramente asmática e completamente passada, pensando que o bichano ia ser atropelado, ia-me dando um mal ali mesmo. Ele correu, correu, correu, sempre se atravessando à frente dos carros. Aquilo era carros a travar bruscamente, carros a mudar de faixa, foi uma loucura.

Por fim, um taxista conseguiu encurralá-lo com o carro contra uma parede. Nunca bateu com o carro nele, apenas se aproximando o suficiente para ele se encolher todo. Quando agarrei o cachorro nem sabia que lhe fazia. Era eu a chorar que nem uma tonta e o cachorro todo eléctrico.

Nesse dia vim para casa com a sensação que podia ter ficado sem o meu bichinho e ainda choro só de pensar nisso. 


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O drama, o horror...

Hoje, na véspera de fazer 28 anos, descobri dois cabelos brancos. Dois! Agora já não há volta a dar.

Imagem retirada daqui