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sexta-feira, 6 de março de 2015

Eleanor & Park

Terminei de ler, ainda no mês passado, o livro Auschwitz - Um dia de cada vez. Só tenho a dizer que se são sensíveis (como eu) a descrições gráficas das maldades que foram feitas àquelas pessoas, não leiam. É impressionante, vai vos fazer chorar e ter pesadelos. Ou se calhar, leiam, para que nunca seja esquecido.

Comecei a ler já outro, num tom completamente diferente. Eleanor & Park de Rainbow Rowell. Pode-se ler:

"Dois inadaptados. Um amor extraordinário.
Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder."
Li 150 páginas de uma assentada. É divertido, amoroso e ao mesmo tempo verdadeiro. 

Imagem retirada daqui

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Auschwitz - Um dia de cada vez

Depois de terminada a leitura do livro Até que consigas voar, embarquei em outro tipo de obra. Desta vez o escolhido foi Auschwitz - Um dia de cada vez de Esther Mucznik. O meu objectivo é um livro novo por mês.

Já mencionei que sou fascinada por Auschwitz, sendo até uma das minhas viagens de sonho. Considerei este livro interessante, pois é um relato de pessoas que sobreviveram ao holocausto. São histórias emocionantes, de nos levar às lágrimas, mas que também nos faz pensar. Deixo aqui o resumo impresso na contracapa:

"A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar a alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver."

Imagem retirada daqui

Também aproveitei e, por mais 0,50€, trouxe um pin que achei que era a minha cara!