domingo, 8 de março de 2015

Festival da Canção

Estive a ver o Festival da Canção, ontem à noite.  

1 - O programa tem que mudar qualquer coisa. É um formato tão chato;

2 - Quem faz a selecção das músicas que participam no Festival? É que algumas deviam ser proibidas;

3 - Quando vi a Simone de Oliveira pensei que o programa estava acabado e seria ela a ganhar. Não quero tirar qualquer crédito à senhora, pois tem mais talento numa unha que muitos que ali estavam, mas o seu tempo já passou. Pelo menos no que toca à Eurovisão;

4 - Ganhou a "melhor" música, na minha opinião, embora não vá surpreender ou alcançar uma boa pontuação na Eurovisão.

Imagem retirada daqui

sábado, 7 de março de 2015

Passar de cavalo para burro...

Ontem tive a feliz notícia (ironia) que para ficar na empresa onde trabalho, vou ter que aceitar o regime de recibos verdes, onde também me vão pagar menos 200€. Como devem calcular, não ganho uma fortuna e 200€ fazem falta. Claro que o horário laboral é o mesmo. 

Nunca trabalhei a recibos verdes, mas sei que férias, feriados e subsídios são o chamado "já foste", como diria o outro. Sei que os direitos são poucos e os deveres são muitos.
É isto ou o desemprego. 



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sexta-feira, 6 de março de 2015

Eleanor & Park

Terminei de ler, ainda no mês passado, o livro Auschwitz - Um dia de cada vez. Só tenho a dizer que se são sensíveis (como eu) a descrições gráficas das maldades que foram feitas àquelas pessoas, não leiam. É impressionante, vai vos fazer chorar e ter pesadelos. Ou se calhar, leiam, para que nunca seja esquecido.

Comecei a ler já outro, num tom completamente diferente. Eleanor & Park de Rainbow Rowell. Pode-se ler:

"Dois inadaptados. Um amor extraordinário.
Eleanor... é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park... é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder."
Li 150 páginas de uma assentada. É divertido, amoroso e ao mesmo tempo verdadeiro. 

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

É por estas e por outras....

Entrei no autocarro eram 08h30. Estava cheio de crianças que iam passear com as professoras. Para além da barulheira infernal de cerca de 20 crianças logo pela manhã, também tive o prazer de ouvir esta conversa entre as duas professoras:

- Olha, acho que falta a L. Eles não são 24?
- Acho que são. Não os contaste?
Algumas crianças ao ouvir isto gritaram: NÓS SOMOS 23!! E as professoras continuaram.
- Ela se calhar quis ficar na escola. Já estou baralhada. Eles não são 24?
- 23!!!!! - Gritam as criancinhas novamente.

Não compreendo como é que duas professoras não saibam ao certo quantos alunos têm na turma e muito menos como é que não fazem a contagem dos mesmos.

Quando tiver filhos vou colocar um chip neles, não vá o diabo tecê-las.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Auschwitz - Um dia de cada vez

Depois de terminada a leitura do livro Até que consigas voar, embarquei em outro tipo de obra. Desta vez o escolhido foi Auschwitz - Um dia de cada vez de Esther Mucznik. O meu objectivo é um livro novo por mês.

Já mencionei que sou fascinada por Auschwitz, sendo até uma das minhas viagens de sonho. Considerei este livro interessante, pois é um relato de pessoas que sobreviveram ao holocausto. São histórias emocionantes, de nos levar às lágrimas, mas que também nos faz pensar. Deixo aqui o resumo impresso na contracapa:

"A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar a alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver."

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Também aproveitei e, por mais 0,50€, trouxe um pin que achei que era a minha cara!




sábado, 31 de janeiro de 2015

Vou pedir o livro de reclamações!!

O meu número habitual de calças é o 38. Hoje fui à Stradivarius, experimentei umas calças 38. Não serviam. Pensei que era um modelo mais pequeno que o habitual e lá me resignei. Experimentei o 40 - não serviam. Experimentei o 42, igual. Vou processar estes fabricantes de calças!!!!

Saí da loja de mãos a abanar e a me sentir uma balofa :((((((

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

E quando o amor não é suficiente?

Não é novidade que a relação em que me encontro nunca foi um conto de fadas, mas desde o início deste ano que as coisas estão piores que nunca. Não existem brigas, é uma crise silenciosa. 

Os meus sonhos não coincidem com os dele. Já me rebaixei muitas vezes às vontades dos outros, por falta de amor próprio e confiança, mas estou a adoptar uma nova atitude que é de não me deixarem pisar nem me sentir mal por seguir os meus sonhos.

Os nossos horários de trabalho não coincidem. No final do ano passado estivemos a fazer planos para começarmos a viver juntos, mas por um infortúnio ele terá que ficar a viver com a avó (que está sozinha). Por mais que eu goste da senhora e dele, não quero viver com ele e com a avó, sem qualquer privacidade. 

O problema disto tudo é que não sei quanto mais tempo a nossa relação vai durar. Infelizmente, não consigo imaginar um futuro com ele, apesar existir amor de ambas as partes para continuar. 

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